8 de outubro de 2017

O Blog mudou de endereço



Depois de um longo e tenebroso inverno sem publicar nada, retomei o Blog! Só que agora estamos em novo endereço, com domínio próprio e tudo mais:

www.jussarakishi.com


Essas limitações do Blogspot foram um dos motivos pelos quais eu estava sem ânimo pra escrever. Ainda estou transferindo os posts deste blog para o novo, por isso, por enquanto, ainda vou manter este antigo no ar. 

Espero que gostem do conteúdo e façam uma visita de vez em quando ao blog pra saber mais sobre viagens, roteiros, curiosidades, dicas de filmes, séries etc. Alguns posts têm conteúdo jornalístico. Espero vocês lá! :)

24 de fevereiro de 2015

Santarém, Pará: um pequeno guia

Já faz quase oito meses desde que deixei a cidade de Santarém, onde morei por mais de dois anos, e voltei para Belém. Ou seja, esse post está mais atrasado que noiva de novela no dia do casamento. Por sinal, o post já estava nos rascunhos há quase um ano porque eu não tinha fotos suficientes, mas resolvi deixar assim mesmo. Já era mais que hora de fazer um guia para o blog sobre a cidade onde nasci, mas que só pude conhecer melhor muito recentemente. Vamos lá, então? Fiz um resumo do que vale a pena ver e fazer na Pérola do Tapajós e onde comer bem (porque dessa parte eu entendo).

Alter do Chão e praias do Rio Tapajós

Em 2009, Alter do Chão foi eleita a praia mais bonita do Brasil pelo jornal britânico The Guardian - sim, à frente de Fernando de Noronha! Talvez o motivo do sucesso do nosso Caribe Amazônico seja a combinação de uma beleza digna de mar - pela cor esverdeada do Rio Tapajós e pela areia branca - com a tranquilidade da água doce.

Para mim, o mar realmente é lindo e impossível de ser substituído quando se trata de praticar mergulho, snorkel, surfar, fazer um cruzeiro maravilhoso etc. Mas para tomar aquele banho renovador, nada como a água doce. Eu confesso que o mar me causa até um pouco de aflição, pela sensação de ter corrido uma maratona depois de 15 minutos lutando contra a correnteza e, não vou mentir, pelo pânico dos bichos (daqueles que estão na minha cabeça, e não necessariamente dos que existem no fundo do mar de verdade).

A Vila de Alter do Chão fica a cerca de 35 km do centro de Santarém e o acesso é bem fácil. A estrada é boa e, para quem não tem carro, os ônibus saem de hora em hora (ou a cada 30 minutos aos finais de semana), por apenas R$ 2,50. O melhor período costumava ser de janeiro a agosto, quando o volume do rio é menor, mas em tempos de clima louco, fica difícil prever. Em 2013 não deu praia até outubro, por exemplo. O prato famoso em Alter é o tambaqui grelhado. O festival folclórico do Sairé (ou Çairé) ocorre sempre no mês de setembro, mas a data exata varia de ano para ano.

Foto: alterdochao.tur.br

Vale informar que Alter do Chão não é a única praia bonita da região, embora seja a única famosa. Desde criança eu frequento a praia do Carapanari, que é tipo o cantinho "secreto" da minha família. Posso citar também as praias de Cajutuba e Aramanaí, no município de Belterra, de fácil acesso por estrada, mas existem muitas outras com cenários lindos que não perdem pra Alter.


Carapanari. Foto: arquivo pessoal



Pôr do sol em Carapanari. Foto: arquivo pessoal


Orla e Encontro das Águas

Cidades com uma orla bem construída sempre são mais atraentes. Do fim da tarde até o fim da noite, a orla de Santarém é o principal ponto de encontro de famílias, casais e amigos que passeiam, se exercitam, pescam, comem e bebem. No Terminal Fluvial Turístico é possível contratar um tour de barco para ver de pertinho o encontro dos Rios Tapajós e Amazonas, com guia (que, por sinal, é o próprio piloto do barco). Para quem ainda não viu o fenômeno, as águas verde-escuras do Tapajós não se misturam às barrentas do Amazonas (algo a ver com temperatura e velocidade) e assim temos a impressão de que elas estão se enfrentando. O passeio inclui uma volta por ilhas e comunidades ribeirinhas próximas, sendo possível ver botos, vitória-régia, garças e outras aves pelo caminho. O programa fica bem mais interessante ao pôr do sol. Não tenho certeza do preço, mas acho que o aluguel do barco sai por volta de R$ 60,00, com espaço para até 4 ou 5 pessoas.


  

Parque da Cidade

O Ibirapuera dos santarenos. É uma grande área para lazer e prática de exercícios físicos da cidade. O lugar tem 1,2 km de trilhas internas, com muito verde em volta, mas muita gente prefere se exercitar na calçada que circunda o parque. Point de corredores, skatistas, patinadores, capoeiristas e outras tribos urbanas e famílias com crianças.  


Centro Cultural João Fona

Santarém é praticamente um grande sítio arqueológico, e neste museu é possível encontrar peças e fragmentos de cerâmica da cultura tapajônica. O acervo conta, ainda, com itens do século XIX, pinturas e até a ossada de uma baleia que encalhou e morreu em uma praia de Santarém em 2007. Infelizmente, o museu não é bem cuidado, na minha opinião. Endereço: Av. Tapajós, Centro.


Comer/Beber

Dom Mani – A melhor pizza da cidade e a única que utiliza fogão a lenha, até onde eu sei. Restaurante, pizzaria e gelateria, a Dom Mani é especializada em comida italiana, com um toque paraense. Recomendo qualquer pizza, já que todas são maravilhosas. Endereço: Trav. Barjonas de Miranda, 55. Aberto só à noite.

Nossa Casa – Com uma ambientação meio rústica, é um restaurante com cardápio variado e pratos exclusivos, com destaque para os peixes. O prato mais pedido se chama Mega Tapajós: pirarucu na chapa com creme de pirarucu defumado e ervas finas, acompanhado de arroz com jambu ao tucupi. Gente, que coisa boa! Endereço: Trav. São Cristóvão (dá para ir a pé da orla).

El Mexicano – O restaurante já me ganhou pela decoração, muito caprichada com ícones mexicanos, incluindo nossos amados Chaves e Chapolin. Mas mais importante: é a melhor comida mexicana que já experimentei até hoje. As costillas ao molho agridoce (foto ao lado) e o taco de picanha são sucessos da casa. Os drinks também são caprichados. Endereço: Av. Mendonça Furtado, 1427. Aberto só à noite.

Peixaria Rayanna – Peixaria mais famosa da cidade. Todos os pratos são muito bons, com a vantagem de terem um preço mais amigo. O ruim do restaurante é que não é climatizado, embora exista uma filial climatizada no do Iate Clube de Santarém (não é preciso ser sócio para entrar). Endereço: Rui Barbosa, 3596, e Rua 24 de Outubro, 3718.

Café Amorim – O primeiro café da cidade tem uma decoração fofa e um cardápio maravilhoso. Café expresso, capuccino, café com Nutella (eu disse NUTELLA), crepes, tapiocas com diversos recheios, tapioca molhada no leite de coco (minha favorita), cupcakes, tortas, milkshakes etc. Endereço: Av. Mendonça Furtado, 2585. Funciona a partir do fim da tarde, de terça a domingo.

Sorveteria Nido – Em Santarém a Nido reina absoluta. Os sorvetes dela talvez não tenham aquele sabor quase de suco natural, mas são bons. Uma das lojas da Nido é self-service: você pode acrescentar frutas, calda de chocolate e outras coisinhas ao sorvete. A Nido está em diversos endereços, mas o self-service fica na Av. Mendonça Furtado.

Kaizen Sushi – Comida japonesa em Santarém é sinônimo de ostentação porque os preços são altos. Acredito que é pela dificuldade no transporte até a cidade, já que os peixes e mariscos têm que chegar frescos, e não congelados, e as estradas são aquela beleza. Mas se é pra comer sushi caro, que seja o melhor. O Kaizen é o restaurante com cardápio mais tradicional. Apenas NUNCA peça os combinados (barcas) ou o rodízio: são absurdamente mais caros do que pedir porções separadas. Endereço: Av. Marechal Rondon, esquina com Cuiabá.



Pra terminar, deixo aqui algumas impressões de uma mocoronga meio forasteira.

Você sabe que está em Santarém quando:

- Existem mais mototáxis que táxis e ônibus na rua. Se você não tem carro, cedo ou tarde vai acabar tendo que usar esse serviço. Apesar dos pesares, é prático. Uma vez passei mal na rua e se aquele mototaxista não estivesse passando ali naquela rua deserta, só Deus sabe quanto tempo eu teria esperado por uma ambulância ou um táxi. Até hoje não sei o nome do cara que me ajudou (e nem cobrou a corrida), mas um dia quero agradecer a ele pessoalmente por ter me socorrido.

- O tucupi é doce. Sim, eles colocam açúcar no tacacá e no pato no tucupi, e não é pouco! Hoje em dia muitos lugares já oferecem as opções "doce" ou "azedo", e apesar de a palavra "azedo" não ser muito apetitosa, é a opção pra quem gosta do sabor mais natural do tucupi.

- Você está andando na rua e rezando pra chegar em um lugar com ar-condicionado. Muita gente diz que Santarém é mais quente que Belém, o que não é bem verdade. O problema não é a temperatura, mas a falta de vento mesmo. Mas a menos que você esteja a trabalho, tendo que usar calça e camisa de botão, vista um short e calce umas havaianas que tá tudo certo!

- O pôr do sol tem um tom lindo e diferente. Não dá pra explicar; só apreciar.

9 de maio de 2014

Monte Alegre, Pará: o que ver e fazer

Pôr do sol; vista da cidade a partir do Bar do Mirante; piscina natural na Serra do Itauajuri; e pinturas rupestres.

É difícil falar sobre seu próprio lugar de origem sem ser tendencioso, mas considerando que 1. o turismo em Monte Alegre ainda não se desenvolveu à altura do seu potencial e 2. é muito difícil encontrar guias sobre Monte Alegre na internet, resolvi dar minha contribuição. Para isso, fiz este pequeno guia sobre a cidade. Bem-vindo à terra pinta-cuia!

Monte Alegre está localizada no Oeste do Pará, mais ou menos no ponto intermediário entre Belém e Manaus, as duas metrópoles da Amazônia brasileira. A forma mais fácil de se chegar é partindo do município de Santarém via lancha, uma viagem de cerca de 3h de duração.

Ao desembracar, você saberá, de cara, por que não existem muitos ciclistas na cidade... pela infinidade de sobe-e-desce devido à formação geológica da região, que é coberta de serras. E é nas serras que está o ponto alto (olha que trocadilho besta)!, a graça de conhecer Monte Alegre.

Antes de continuar o post, dá o play nesse vídeo que eu fiz na minha última viagem, em abril deste ano. Tiramos dois dias para ir aos sítios arqueológicos do Parque Estadual e às cachoeiras da Serra do Itauajuri. O vídeo mostra um pouco da vibe desses passeios pra quem também tem espírito aventureiro e curte turismo ecológico. Aperta o play! ;)


Parque Estadual Monte Alegre

Essa unidade de conservação integral, cerca de 40 Km distante do centro da cidade, abriga um conjunto de sítios arqueológicos com centenas de pinturas rupestres, em meio a uma área de serrado. Já falei bastante sobre o Parque no post A Arte Rupestre de Monte Alegre. A novidade é que agora a entrada está sendo mais controlada, o que é bom para a preservação do local. Para entrar, os visitantes precisam antes pedir uma autorização, que é gratuita e sem burocracia, na Secretaria Municipal de Meio Ambiente, informando a data da visita. A Secretaria recomenda não fazer a visita em número grande de pessoas para não comprometer a área, mas não estipula um limite, portanto, essa é uma questão de bom senso.

Estive lá novamente mês passado com meu irmão, minha cunhada e alguns amigos. Nossa primeira parada foi a Serra da Lua. Essa serra possui um paredão de pinturas nas cores amarela e vermelha, que são as mais conhecidas. Se você escrever no Google Imagens "Monte Alegre Pará", o paredão vai ser uma das primeiras imagens a pipocar na tela. Lá de cima, temos uma vista muito bonita das serras em volta.


A segunda parada foi a Gruta Itatupaoca. Ita = pedra; tupã = Deus; oca = casa. Portanto, Itatupaoca é algo como "morada de pedra de Deus". Eu acho esse lugar meio mágico, mas não sei explicar... talvez seja uma coisa que eu trago da infância. Só a entrada tem 9,5 metros de altura. Esse sítio não tem tantas pinturas visíveis, mas é parada obrigatória. Bom também pra fugir um pouco do calor, pois existe um incrível ar-condicionado natural e inesgotável dentro da gruta.



Finalmente, nossa última escala da vez: a Pedra do Mirante. Tenho que dizer que é o meu ponto favorito do passeio, e também o mais difícil. É meio complicado escalar as pedras, mas uma vez lá em cima, a vista panorâmica (360º) é incrível! Me sinto sempre muito bem lá no topo. <3 Na base da Pedra, também existe um pequeno painel de pinturas. Desta vez não fomos à Serra do Pilão, que é um pouquinho mais distante. É lá que está a Pedra do Pilão, mais um mirante natural imperdível do Parque.



Como chegar - Caso você não conheça a região, o melhor é alugar um carro 4x4 com motorista-guia. Várias pessoas fazem esse passeio, mas eu recomendo muitíssimo o nosso amigo Roberto de Deus. Na minha opinião, ele é o melhor guia local. Conhece de cabo a rabo a cidade! O telefone de contato dele é (93) 9161-4214. Obs: eu não pedi autorização a ele pra divulgar esse número, então espero que não tenha problema... rs.

Serra do Itauajuri


Ponto de maior altitude de Monte Alegre, a Serra do Itauajuri atinge quase 400 metros. A serra está localizada a 14 Km da cidade, com acesso pela PA-423. A estrada não é asfaltada, mas se o veículo aguentar alguns buracos, você chega lá tranquilo. Guardo muitas lembranças preciosas desse lugar, que eu descobri que é o meu favorito na cidade inteira!

Até bem recentemente era difícil encontrar informações técnicas sobre a Serra do Itauajuri, mas uma equipe da Secretaria Estadual de Meio Ambiente, com apoio da Prefeitura, realizou uma expedição de reconhecimento da área, com a proposta de transformá-la em um Parque Natural Municipal, uma unidade de proteção integral.

Existem duas formas de se curtir a Serra do Itauajuri: subir/escalar pela parte mais seca até o topo ou seguir o curso da água, entre cachoeiras e piscinas naturais. Em ambos os casos dá para chegar até o topo em algumas horas.

A subida pela parte mais seca é bem mais íngreme e exige bastante esforço físico. No caminho você encontra cachoeira, igarapés e uma gruta, mas é essencial estar acompanhado de alguém que conheça a área porque é muito fácil se perder (já aconteceu comigo). É bem legal fazer essa aventura em grupo e acampar nos campos naturais, lá no topo, por uma noite.

Já a subida pelo caminho da água é menos íngreme, porém escorregadia em vários trechos, e também leva mais tempo. Sim, você vai pegar uma quedinha em algum momento... não tente escapar! Nesse percurso, ora você anda com os pés enfiados na água, ora com as pernas inteiras, ora na terra ou na lama. Mas as piscinas naturais e as cachoeiras geladinhas e de água cristalina que você encontra fazem valer qualquer coisa! Uma das cachoeiras tem até um escorrega-bunda natural de pedra, onde muita gente já rasgou uns bons pares de calças e shorts...

Nessa última viagem, ficamos só nos banhos mesmo. Fico devendo fotos do topo da serra pra próxima.



Recomendações: É preciso ir de tênis. De preferência, um par de tênis ao qual você não tenha muito apego porque ele pode não voltar. Certa vez levei meu tênis favorito e ele voltou murcho, com os amortecedores furados. #saudadesNike
Também não esqueça de levar comida/lanche e, obviamente, recolher todo o lixo depois. Levar água, só se você quiser carregar peso, pois a água do Itauajuri é confiável para beber. Apenas tenha certeza de que não existe outro grupo na sua frente que possa estar poluindo a água que desce. O bom é que a maioria das pessoas prefere ficar na primeira piscina, a Lagoa Azul, logo na entrada.

Quando ir: entre fevereiro e julho é a melhor época para curtir as cachoeiras e lagos, por causa do inverno amazônico. Fora desse período, é bem provável que esteja seco ou com pouca água.


A cidade oferece um grande número de outras cachoeiras, como a Cachoeira das Pedras, também nas imediações da Serra do Itauajuri, e a Cachoeira do Setor 12. Vale dizer que existe um lugar ~maravilhoso de lindo de espetacular~ chamado Vale do Paraíso, entre Monte Alegre e o município vizinho de Alenquer. Quero muito voltar lá e fazer  um post aqui cheio de fotos, mas ainda não tenho previsão.

Outras informações sobre cidade:

Como chegar à cidade: A Viação Tapajós (93 9131-3495) tem lanchas diárias - Stm-Mta com saída às 16h/ Mta-Stm com saída às 5h40 (aos domingos sai às 10h). Também é possível chegar de barco (6h na ida e 8h na volta, pois a duração depende do curso do Rio Amazonas) ou de carro, com uma travessia obrigatória de balsa antes.

Comer/beber: O restaurante do Seu Itamar, na Comunidade de Pariçó, serve uma comida deliciosa com sabor caseiro, de frente para o Rio Gurupatuba. Não deixe de pedir o bolinho de piracuí de entrada e depois a galinha caipira. / O Restaurante Dona Marita serve pratos requintados com ingredientes regionais, especialmente peixes, tudo muito no capricho. / Para experimentar o prato mais tradicional do montelegrense, o acari assado na brasa com farinha de mandioca, vá ao Acarizão. / Para tomar cerveja/drinks e comer petiscos, o Sabor do Paulo e o Bar do Mirante estão bem localizados, na Praça da Matriz.  

Quando ir: Para pegar as cachoeiras, vá de fevereiro a julho. Para as festividades de São Francisco de Assis, vá no final de setembro e início de outubro (a principal noite é a do dia 4/10).

Hospedagem: Acredito que o Hotel Panorama (93 3533-1716) é o mais tradicional da cidade. Lá também funciona um ótimo restaurante, cuja especialidade é peixe.

Curiosidades:
- Na década de 1990, Monte Alegre viveu uma polêmica, quando pesquisadores acusaram níveis elevados de radiação por urânio na cidade, o que, supostamente, estaria causando maior número de casos de câncer. Anos depois, a Comissão Nacional de Energia Nuclear contestou esse estudo e acalmou a população e as autoridades.
- Existe em Mta uma fonte termal de águas sulfurosas, águas naturalmente quentes e com forte cheiro característico (enxofre) que, pelo que sei, possuem propriedades medicinais, sendo usadas, principalmente, para combater problemas de pele. Já foi uma grande atração turística, conhecida apenas como "Sulfurosa", mas há anos foi deixada de lado. Uma pena...
- A Serra do Itauajuri inspirou o nome de um dos meus irmãos, que se chama Itajury (o outro se chama Itajacy, que também é um nome indígena, assim como o meu). 

Fontes consultadas: Secretaria de Estado de Meio Ambiente do Pará/ IBGE/ Jornal da Ciência (SBPC)

Recomendo: Matéria especial do G1 Santarém e Região da Luana Leão.

Sei que tem muito mais pra ser visto, mas espero que esse mini-guia sirva para os inciantes. ;)